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    Como sair das dívidas: 15 dicas para organizar suas finanças

    Muitos são os motivos que podem levar ao mau endividamento: seja por cair no rotativo do cartão de crédito, usar o
| Atualizado em: 21/08/2019

Sair do vermelho exige comprometimento e mudança de postura em relação às suas finanças. Veja dicas que podem ajudar na busca pela organização das contas

Muitos são os motivos que podem levar ao mau endividamento: seja por cair no rotativo do cartão de crédito, usar o cheque especial ou estar despreparado diante de um imprevisto financeiro, qualquer um pode entrar nessa situação se não adotar estratégias eficientes de controle do orçamento. E, para quem chega nessa situação, a preocupação é uma só: como sair das dívidas?  

A situação, nada agradável, é consequência de desorganização financeira e traz números que impressionam: hoje, o Brasil tem mais de 63 milhões de pessoas com contas em atraso, de acordo com o Serasa Experian. 

Mas sair do mau endividamento não é impossível. A seguir, apresentaremos medidas práticas para reverter essa situação. 

Afinal, como sair das dívidas?

Para encerrar o ciclo de mau endividamento de uma vez por todas, é preciso aprender a equacionar melhor seus gastos partindo do quanto você recebe mensalmente e o quanto possui de dívidas. 

Ao visualizar finanças organizadas, acredite: você vai ter uma noção mais ampla de como poderá lidar melhor com seus custos mensais e definir uma estratégia para a quitação de dívidas antigas.

A famosa planilha com o registro dos seus custos é apenas o primeiro passo. Confira outras 15 dicas que podem ajudar a sair do vermelho: 

1 – Conheça o valor total das suas dívidas

Antes de mais nada, é importante listar todos os débitos acumulados até o momento. Com essa prática, é possível identificar quanto se deve no total e o quanto dessa dívida compromete sua renda mensal. 

O ideal é listar todas as dívidas por ordem de atraso e urgência de pagamento. Faça uma grande varredura pelas contas antigas e, caso tenha dúvidas sobre o valor da dívida atual, contate as empresas com as quais possui compromissos em atraso para confirmar os dados. 

2 – Defina uma meta mensal de economia

Depois de definir uma estratégia para quitar as dívidas mais urgentes, você poderá adotar uma prática para evitar recorrer a linhas de empréstimo mais caras. Por isso, quando já estiver com as dívidas mais equilibradas, procure definir quais gastos você pode cortar para economizar. 

Quando economizar se torna um hábito, a possibilidade de retornar ao endividamento se torna muito menor. Por isso, defina quais são os custos que podem ser cortados ou reduzidos do seu orçamento. Essa lista será determinante para definir a melhor estratégia sobre como sair das dívidas. 

3 – Busque renegociar a dívida

Após conhecer o tamanho da sua dívida e conseguir equilibrá-la sua capacidade de pagamento mensal, vai ficar mais fácil negociar os débitos mais caros e antigos com as instituições credoras. 

Antes de fazer esse contato, estabeleça um limite de quanto pode destinar aos débitos. Peça uma proposta de pagamento dessa dívida em condições melhores e verifique no seu orçamento se o valor sugerido pela operadora está em conformidade com o que você definiu. 

4 – Troque dívidas caras por mais baratas

Se a negociação com as empresas credoras não evoluir, você pode partir para a portabilidade de crédito. Nesse caso, o consumidor pode procurar por alguma instituição que ofereça melhores condições de pagamento e transferir a dívida. 

Essa prática recebe esse nome porque a instituição nova quita a dívida antiga e cria uma nova com parcelas mais ajustáveis à sua capacidade de pagamento mensal. Sair das dívidas passa diretamente por encontrar as melhores oportunidades de juros no mercado. 

Antes de tomar essa decisão, faça uma ampla pesquisa online sobre quais são as empresas que oferecem as melhores taxas de juros. Assim, dá para assumir parcelas mais em conta que cabem no seu orçamento. 

5 – Passe a controlar os seus gastos 

Todas essas dicas só funcionam quando o consumidor adota novos hábitos de gastos. Isso não quer dizer que ele deva parar de consumir, mas assumir um compromisso consigo mesmo para sair das dívidas e criar metas financeiras mais rigorosas com o seu dinheiro. 

Por isso, faça uma autoavaliação sobre seus hábitos de consumo e veja se todos são realmente fundamentais para o seu momento. É muito provável que você encontre alguns gastos que podem ser evitados em períodos de maior dificuldade financeira.  

6 – Organize um fundo de emergência

Imprevistos podem acontecer a qualquer hora. Nessas situações, a reserva de emergência pode ser a grande saída para evitar a entrada em dívidas ruins, como empréstimos do cheque especial e rotativo do cartão de crédito.

O ideal é ter um fundo de emergência com o valor de pelo menos três salários mensais. Lembre-se sempre: quanto maior a reserva, menor a possibilidade de entrar no mau endividamento.

7 – Busque mais conhecimento sobre educação financeira

Uma das principais formas de sair das dívidas é ter o conhecimento necessário para evitá-las. Por essa razão, é fundamental que você busque conhecimento sobre como se educar financeiramente. 

Seja por meio de aplicativos, canais no Youtube ou blogs especializados, é importante que você tenha cada vez mais habilidade para organizar seus recursos e a educação financeira será determinante. 

8 – Converse com a família 

Para muitos, falar sobre dinheiro é um tabu. É natural que as pessoas sintam-se envergonhadas em dizer que deixaram as contas saírem do controle ou contar como decidem administrar seus recursos. 

Por isso, é interessante desenvolver uma cultura familiar de estímulo à abordagem desse assunto de maneira mais natural. Quando a educação financeira está presente em casa, o caminho para a maturidade financeira fica muito mais fácil.

9 – Busque uma renda extra

Se as contas saíram do controle, obter mais recursos para quitá-las é um caminho interessantes. Hoje, muitas pessoas empreendem preparando guloseimas para vender no trabalho, dirigindo por aplicativos e exercendo atividades diversas fora do expediente fixo. 

Investigue possibilidades que se encaixam no seu perfil e estabeleça uma meta mensal a ser atingida. 

10 – Faça anotações de tudo

Pode parecer simples, mas anotar todos os seus gastos permitirá que você conheça o seu perfil financeiro de maneira mais clara. Se você não gosta de fazer anotações, usar aplicativos de educação financeira também pode ajudar a não perder a mão no controle dos débitos. 

11 –  Diminua a quantidade de cartões de crédito

O cartão de crédito precisa ser um aliado do seu orçamento, e não um vilão. Verifique a real necessidade de cada cartão na sua rotina financeira. Lembre-se: quanto maior o número de cartões, maiores são os números de gastos a serem administrados. 

12 – Cozinhe em casa

Em julho, um estudo do Guiabolso mostrou que gastos com aplicativos de entrega de comida consomem mais de 8% da renda do consumidor. 

Se você também tem dificuldade de controlar esse tipo de gasto, cozinhar em vez de pedir refeições por aplicativo pode ser a solução. Para tornar a adoção do novo hábito mais fácil, pense que o valor economizado poderá ser utilizado para concretizar um sonho ou garantir mais tranquilidade a você.  

13 – Evite parcelamentos

Parcelar é uma facilidade, pois permite a aquisição de bens que, se fossem comprados à vista, consumiriam boa parte do orçamento mensal. Mas as parcelas a perder de vista também podem ser negativas na sua tentativa de sair das dívidas. 

Trabalhe para parcelar apenas o que for essencial, como itens de maior valor, e tentar pagar os custos menores à vista ou em parcelas mais curtas. 

14 – Consuma de maneira mais consciente 

Não se trata de interromper a compra de itens que você gosta. A ideia é verificar de maneira criteriosa se há real necessidade de comprar certas coisas. Quando cria-se uma consciência financeira baseada em um equilíbrio entre desejo e necessidade, economizar dinheiro se torna uma tarefa muito mais fácil. 

15 – Conseguiu economizar? Invista!

Descobriu a maneira correta de como sair das dívidas e já possui uma reserva considerável? É hora de começar a investir. 

Embora a poupança seja o formato mais popular para guardar dinheiro, a sua renda pode render muito mais em outras aplicações. Hoje, a rentabilidade média da poupança é de 0,5% ao mês, ou 6% ao ano – bastante inferior a outras alternativas de renda fixa. 

Algumas opções para investimento na modalidade de renda fixa são:

  • Tesouro Selic: pacote de tesouro direto que remunera o investidor com base na taxa básica de juros (Selic);
  • Certificado de Depósito Bancário (CDB): título de crédito que os consumidores fazem aos bancos em troca de remuneração;
  • Fundo de Renda Fixa: comunidade de investidores administrada por um gestor que fica responsável pela gestão de compra e venda de títulos públicos e privados que podem gerar lucro aos investidores. 

Livre-se das dívidas com juros altos por um valor muito mais barato: simule seu empréstimo online com garantia.

Ficou com alguma dúvida sobre o assunto ou tem dicas para compartilhar? Conte para a gente nos comentários!

Postado por Creditas

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