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As 5 melhores dicas para utilizar o décimo terceiro

Escrito por Revista Creditas em 07.11.2017 | Atualizado em 12.04.2019

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Poucas pessoas estão preparadas para receber o décimo terceiro salário. Por ser uma renda extra, muitas acham que podem sair gastando deliberadamente. E, de fato, logo surgem várias ideias para usar esse dinheiro. No entanto, é preciso se programar desde o começo do ano para receber esse bônus. Para ajudá-lo, saiba como é calculado e veja algumas dicas sobre como utilizar melhor o seu décimo terceiro.

Essa gratificação foi sancionada na década de 60, estipulando que todos os empregados devem receber uma remuneração extra ao final do ano. Esta corresponde a soma de 1/12 dos salários recebidos durante o ano. Ou seja, se você trabalhou os doze meses na empresa, ganhará mais um salário integral.

Para quem trabalha a menos de um ano na empresa, basta dividir o salário bruto por 12 e multiplicar pelo número de meses trabalhados. Horas extras e adicionais também entram na conta do décimo terceiro, sendo necessário fazer a média do salário variável no período para fazer o cálculo.

O pagamento geralmente é feito em duas parcelas. A primeira é paga até o dia 30 de novembro, podendo ser antecipada por motivo de férias se for previamente acordado. A segunda é paga até o dia 20 de dezembro.

A primeira parcela é referente a metade do salário bruto do mês anterior ao recebimento. A segunda é equivalente ao salário bruto do mês de dezembro, com a dedução da primeira parcela, contribuição do INSS e Imposto de Renda. Esses descontos sobre o rendimento extra variam de acordo com a faixa salarial.

Para ter direito ao benefício, basta trabalhar com carteira assinada, seja trabalhador doméstico, rural, urbano ou mesmo avulso. Bem como, recebem essa gratificação os beneficiários do INSS (pensionistas e aposentados).

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Pagar dívidas com o décimo terceiro

As dívidas são o grande terror financeiro dos brasileiros. Muitas famílias estão inadimplentes e com débitos tóxicos, como o cartão de crédito e cheque especial. Estas linhas de crédito apresentam juros muito altos e quitá-las o quanto antes é necessário para manter uma saúde financeira.

O ideal é acabar com quaisquer pendências antes de investir, pois os juros das dívidas costumam ser muito altos. Porém, se achar um investimento que possua rendimentos acima da taxa do empréstimo ou financiamento, vale mais a pena pagar os juros da dívida e gerar liquidez.

No entanto, considerando os valores de outubro de 2017, a taxa básica se encontra a 7,5% ao ano. Dessa forma é difícil achar investimentos que cubram os valores das dívidas e façam com que seja interessante aplicar a renda extra.

Caso o décimo terceiro também não cubra integralmente o valor total dos débitos a pagar, é possível usá-lo como argumento de uma negociação. Ao utilizá-lo como entrada, o devedor pode financiar o saldo restante com juros menores.

>> LEIA MAIS: Saiba como negociar suas dívidas e regularizar a vida financeira

 

Fundo de emergência

Se você não possui dívidas a serem quitadas, isso é excelente! E o próximo passo para quem não tem nenhum investimento é começar a fazer um fundo emergencial. Especialistas recomendam que uma reserva segura seja de seis meses de despesas. Logo, se você gasta R$ 2.000,00 por mês, deve acumular R$ 12.000,00.

Tomando essa atitude, você consegue se precaver para imprevistos e tem mais liberdade para ousar e tomar mais riscos. Isso vale tanto para investimentos, quanto para se desenvolver no próprio trabalho. Com uma reserva dando suporte, é possível ter mais autonomia para desenvolver ideias e não ter medo do erro no curto prazo.

Quando se assume mais riscos, maiores serão os ganhos. Desse modo, a reserva permanecerá imóvel, em um investimento com boa relação entre risco e rentabilidade. Assim, o dinheiro é atualizado por juros compostos e trabalha por você. Lembrando que o cenário ideal é que esse fundo não tenha a necessidade de ser utilizado.

 

Invista nos seus sonhos

O décimo terceiro pode ser a primeira etapa para que você consiga realizar os seus sonhos. Sejam eles de médio prazo, como viajar e casar. Ou mesmo de longo prazo, como se aposentar e comprar o imóvel próprio.

Nesses casos, é necessário definir qual é o objetivo e procurar os melhores investimentos. De acordo com a relação custo-benefício e prazos de vencimento, saiba em quais produtos aplicar o seu dinheiro, visando a rentabilidade necessária para cumprir as suas metas.

 

Guardar para o início do ano seguinte

No início do ano estão concentradas as principais despesas do ano. Quem tem filhos precisa pagar matrícula e material escolar para o período letivo. Para quem possui um imóvel ou um carro precisa arcar com o IPTU e IPVA, respectivamente. Inclusive, deixar de pagar esses impostos, pode te deixar com o nome inscrito em dívida ativa.

>> Leia mais: Como pagar uma dívida ativa de IPVA

Portanto, planejar a entrada do 13º e alocá-lo para o pagamento desses gastos vai ajudar na organização do restante do ano. Essa pequena atitude pode permitir que você consiga reservar uma receita para fazer uma viagem ou comprar alguma coisa que deseja.

 

Comprar presentes de fim de ano

Ainda assim, você também pode trocar presentes com a família e fazer o tradicional amigo secreto. Mas para isso, também é necessário ter um planejamento definido. Saiba quanto é possível gastar sem comprometer o orçamento e reserve para a compra das lembranças.

Evite separar mais do que 20% do seu décimo terceiro para isso. Se o salário extra for de R$ 2.000,00, use até R$ 400,00 para gastar com os presentes. É claro que isso depende da sua situação financeira. Se estiver inadimplente e precisa pagar suas dívidas urgentemente, vale mais uma conversa franca com a família do que se enrolar mais ainda para fazer um agrado material.

DRIBLE A CRISE E SAIA DA INADIMPLÊNCIA

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