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Como organizar as dívidas e sair do vermelho

Conheça algumas estratégias simples e eficientes para organizar as dívidas e retomar o controle da sua vida financeira

Escrito por Vanessa Ferreira em 11.10.2019 | Atualizado em 15.10.2019

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Uma conta atrasada aqui, um gasto inesperado ali e, quando menos se espera as dívidas estão acumuladas e o controle financeiro parece cada vez mais distante. Portanto, entender como organizar as dívidas é o primeiro passo para controlar as finanças e sair do mau endividamento.

A seguir, listamos algumas dicas de como colocar as finanças em dia e sair do vermelho com estratégias simples e práticas. Confira!

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Como organizar as dívidas atrasadas?

As dívidas atrasadas devem ter uma atenção especial no planejamento financeiro. Isso porque, geralmente elas apresentam taxas de juros e encargos durante os dias em que o pagamento ficar pendente.  A situação é ainda mais preocupante quando falamos em dívidas do cartão de crédito, e cheque especial, que ultrapassam os três dígitos em juros ao ano.

Para organizar as dívidas em atraso é importante, antes de qualquer coisa, mapear todos os débitos pendentes. Priorize o pagamento das dívidas de consumo, aquelas que são essenciais para manter o seu padrão de vida, como água, luz e gás. Elas devem ser quitadas primeiro, já que o não pagamento pode ocasionar a interrupção dos serviços.

Em seguida, é importante quitar as dívidas de maior valor ou as que possuem taxas de juros mais elevadas, como as dívidas com bancos. Vale a pena negociar com o credor as melhores formas de pagamento e até a redução da taxa de juros. A medida que as dívidas maiores forem quitadas, negocie e pague as dívidas de menor valor.

Caso não seja possível quitar essas dívidas de imediato, pesquise formas de obter linhas de crédito que oferecem taxas de juros menores e melhores condições de pagamento.

Leia também | Melhor empréstimo: como comparar e escolher o ideal para você

O que acontece se eu não pagar as dívidas atrasadas?

O não pagamento de um débito em atraso pode trazer algumas consequências ao consumidor, desde a negativação do CPF, resultando em restrições de crédito junto às instituições financeiras, até o desequilíbrio financeiro, já que que a pessoa passa a gastar grande parte da renda no pagamento de juros. 

Quando isso acontece, fica impossível investir o dinheiro para aumentar o patrimônio e realizar os sonhos. E quanto mais o tempo passa, a dívida só aumenta.

5 dicas para organizar as finanças e sair das dívidas

Para reverter esta situação, separamos 7 dicas valiosas que vão ajudar a descobrir como organizar as dívidas e retomar o controle da sua vida financeira. Confira!

1 – Anote sua renda e despesas

É impossível alcançar a independência financeira quando não sabemos o quanto ganhamos e quanto gastamos. Portanto, é essencial saber a sua renda líquida mensal, incluindo possíveis rendas extras.

Além disso, é importante saber para onde está indo o seu dinheiro. Você tem ideia de quanto gastou com comida e lazer nos últimos meses? E qual é a sua principal fonte de gastos? Esses dados são importantes para traçar uma estratégia de economia e controle financeiro.

Se for preciso, utilize planilhas e aplicativos para organizar de maneira sistêmica os seus gastos e a sua renda. Isso te ajudará a ter um panorama real da sua situação financeira.

2 – Conheça o real valor de suas dívidas

Com a sua renda e suas despesas registradas fica muito mais fácil saber exatamente quanto você está devendo. 

Antes de mais nada, é importante listar todos os débitos acumulados até o momento. Com essa prática, é possível identificar quanto se deve no total e o quanto dessa dívida compromete sua renda mensal.

O ideal é listar todas as dívidas por ordem de atraso e urgência de pagamento. Faça uma grande varredura pelas contas antigas e, caso tenha dúvidas sobre o valor da dívida atual, contate as empresas com as quais possui compromissos em atraso para confirmar os dados.

3 – Avalie seus gastos fixos e pontuais

Durante o mapeamento de gastos, é importante categorizar os que são fixos e necessários e quais podem ser cortados enquanto você se organiza financeiramente.

Quando economizar se torna um hábito, a possibilidade de retornar ao endividamento se torna muito menor. Por isso, defina quais são os custos que podem ser cortados ou reduzidos do seu orçamento. Essa lista será determinante para definir a melhor estratégia para sair das dívidas

Além disso, sempre faça comparação de preços. Isso ajudará a reduzir gastos até mesmo com os itens que são essenciais.

4 – Estipule metas de poupança

Após saber quanto da sua renda será destinada para o pagamento de dívidas é o momento de estipular uma meta de poupança. Mas, para seguir o planejado,  essa meta deve ser real e baseada na sua renda mensal.

Para isso, reserve uma parte do seu salário para uma poupança e mantenha o compromisso de guardar esse valor todos os meses. Para ajudar, estipule uma porcentagem do seu salário que será reservada para a poupança e a considere como se fosse o pagamento de uma conta mensal. 

Nesse período, é importante evitar realizar novas compras no cartão de crédito. Dessa forma, fica mais fácil controlar o orçamento.

Leia também | Como quitar dívidas e conquistar independência financeira

5 – Entenda a causa do descontrole

Conseguiu por em prática todas as estratégias listadas e descobriu como organizar as dívidas? O trabalho não acaba por aqui. É necessário entender quais comportamentos fizeram você chegar a essa situação para evitar um novo endividamento.

Tente pontuar os comportamentos que fizeram o orçamento sair de controle e evite repeti-los. A mudança de hábitos é essencial para a sua saúde financeira.

E mais: como organizar minhas dívidas no Excel? 

Uma estratégia inteligente para descobrir como organizar as dívidas é colocar tudo na ponta do lápis ou em uma planilha do Excel. 

Essa ferramenta é muito importante para ajudar no gerenciamento das finanças. Além disso, é possível ter uma visão geral de suas dívidas e entender onde é possível economizar, bem como prever as despesas dos próximos meses.

Para isso, comece criando uma aba com o nome do mês correspondente aos custos que serão registrados. Nela, nomeie as colunas de data, valor e descrição do gasto e do ganho. Você também pode usar uma outra coluna para categorizar essas despesas e receitas.

Lembrando que os ganhos devem ser registrados como números positivos e seus gastos como negativos. Depois, replique essa aba, altere o nome de cada uma para os próximos meses do ano.

Agora é a hora de você alimentar a planilha. Veja os dados que você pode inserir:

1. Despesas fixas mensais

São aquelas contas que sempre terão um valor fixo e não sofrem alterações de acordo com o consumo. É possível fazer a separação por categorias, tais como:

  • Moradia: aluguel, condomínio ou parcela do financiamento imobiliário;
  • Seguros: parcela do seguro de vida, do imóvel ou do veículo;
  • Saúde: plano de saúde, mensalidade da academia;
  • Educação: mensalidades de instituições de ensino;
  • Empréstimos: parcelas de empréstimos em aberto.

2. Despesas variáveis mensais

Estas são as despesas fixas em que os valores mensais podem variar, o que permite uma economia:

  • Consumo: conta de luz, água, gás, internet, TV a cabo, etc.;
  • Alimentação: supermercado, delivery de comida, açougue, feira;
  • Trasporte: gasolina, recarga do bilhete de transporte público, aplicativos de carona;

3. Despesas pontuais

Para que seu controle financeiro seja realmente eficiente, você deve registrar exatamente tudo o que gastar, desde o barzinho com os amigos até o cafezinho na padaria. Ao registrar diariamente tudo o que você consome, será possível identificar quais pequenas despesas causam desequilíbrio nas suas finanças.

4. Dívidas em aberto

Após registrar os ganhos e despesas mensais, é a hora de inserir as dívidas pendentes, principalmente aquelas que estão rendendo juros e são prioridade no pagamento. Para isso, vale entrar em contato com a instituição credora e solicitar o valor atualizado da dívida.

Com isso, é possível saber quanto do orçamento mensal poderá ser comprometido com o pagamento de uma possível negociação.

5. Faça o balanço mensal

Ao final de cada mês, basta somar os rendimentos e despesas. Assim, você saberá se fechou o mês com saldo positivo ou negativo, ou seja, se conseguiu gastar menos do que ganhou.

O mapeamento, categorização e estudo dos seus hábitos financeiros permitirá que você possa limitar seus gastos de uma maneira mais assertiva e identificar quais são os pontos focais do seu descontrole financeiro.

 Além disso, esse controle irá te ajudar a identificar a sua capacidade de pagamento das dívidas, ou seja, o quanto você pode comprometer do orçamento para o pagamento dos débitos pendentes e onde é possível economizar para aumentar esse montante.

Quem não tem por hábito registrar e acompanhar seu orçamento utilizando uma tabela financeira corre um sério risco de perder o controle do que entra e sai da sua conta. E esse é o caminho mais fácil para cair em um mau endividamento.

Já sabe como organizar as dívidas e controlar o orçamento? Compartilhe sua opinião com a gente nos comentários!

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Vanessa Ferreira

Escrito por Vanessa Ferreira

Jornalista e apaixonada por marketing de conteúdo. Acredita no poder da informação para a disseminação de saúde financeira.
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