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Empreendedorismo

TI, engenharia: veja quais são os 20 maiores salários do Brasil

Cargos de gerência ocupam 14 das 20 posições mais bem remuneradas do país. Veja a lista completa e entenda por que esses números já não são tidos como fundamentais pelos profissionais

Escrito por Flávia Marques em 18.09.2019 | Atualizado em 20.09.2019

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Dinheiro não é tudo: atualmente, a remuneração não é mais o fator decisivo na hora de escolher ou trocar de emprego. Mesmo assim, saber os maiores salários do Brasil ao procurar emprego e entender se a sua remuneração está de acordo com a do mercado ainda é importante para o desenvolvimento da carreira.  

Tendo em vista esse fator, na última semana, o site de recrutamento e carreiras Glassdoor - antigo LoveMondays - divulgou um estudo sobre vagas abertas para os 20 cargos mais bem remunerados do Brasil. A plataforma permite que os funcionários postem anonimamente quanto ganham em determinada empresa e avaliem questões como benefícios, ambiente organizacional e processos seletivos das companhias. 

O levantamento, que mostrou as profissões mais bem pagas do momento, foi feito com base nos valores indicados pelos usuários e considerou as posições com pelo menos 100 salários postados. 

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Quem tem os maiores salários do Brasil? 

De acordo com o estudo, o cargo mais bem remunerado é o de superintendente, que recebe em média 22 000 reais por mês. Mas os gerentes também se destacam, ocupando 14 das 20 posições da lista. Entre os que aparecem na relação, os controllers - normalmente responsáveis pelos processos de tomada de decisão nas empresas - têm a menor média salarial, de 8 500 reais mensais. Hoje, o valor do salário mínimo no Brasil está definido em 998 reais. 

Confira, a seguir, a lista com os 20 maiores salários do Brasil: 

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Remuneração não é mais prioridade?

A busca incessante pela alta remuneração deixou de ser tendência, especialmente entre as novas gerações. Recentemente, um estudo conduzido pela Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revelou que os jovens com idades entre 18 e 24 anos, nascidos dentro da chamada 'Geração Z', acreditam que o significado de sucesso profissional não é medido por um alto salário.

Para esse público, trabalhar com o que gosta, equilibrar trabalho e vida pessoal e ser reconhecido pelo que faz são aspectos mais importantes que ganhar bem. Quando o assunto é carreira, eles planejam investir na profissão certa, aprender e aprimorar conhecimentos e encontrar prazer e realização sem perder a qualidade de vida.

A Geração Y, que reúne pessoas entre 24 e 37 anos de idade, também não coloca o dinheiro em primeiro plano: para os profissionais dessa faixa etária, a possibilidade de conquistar os seus objetivos dentro da empresa é o que mais importa.

Esse cenário, marcado por mudanças de prioridades, passou a ser observado nos últimos anos e constatado em pesquisas de mercado elaboradas por empresas do segmento de recursos humanos. 

Em novembro de 2018, por exemplo, a própria Glassdoor identificou o novo panorama ao realizar um estudo sobre as motivações de busca por um novo emprego. A análise revelou que, para os profissionais, encontrar conexão com propósito de vida e ter oportunidades de crescimento eram mais importantes que a remuneração em si. 

Luciana Caletti, vice-presidente do Glassdoor para a América Latina, explica que, cada vez mais, as pessoas buscam um trabalho em que estejam conectadas com os seus valores pessoais. “Já vínhamos percebendo que as pessoas estavam buscando um propósito maior no trabalho, mas foi muito interessante verificar que esse fator se sobrepõe a oportunidades de crescimento e remuneração”, comentou. 

Leia mais: Dinheiro não é tudo? Para jovens profissionais, prioridade é outra 

O que os profissionais estão buscando?

Como bons salários já não são suficientes para atrair e reter funcionários, as companhias ganham uma nova responsabilidade: investir na definição e comunicação de seus propósitos, questões cada vez mais valorizadas pelos profissionais.

“Uma percepção negativa sobre a cultura e o propósito da empresa pode impactar significativamente a sua capacidade de preencher vagas”, afirma Luciana. 

Isso porque esmagadores 94% acreditam que missão e propósitos claros são essenciais em uma empresa. “Para as companhias que lutam por talentos hoje, fica clara a importância de definirem os seus valores e demonstrarem no dia a dia que estão vivendo de acordo com eles”, enfatizou a especialista. 

Além disso, outras questões têm sido bastante valorizadas pelos funcionários. A oportunidade de crescimento na empresa, por exemplo, está entre os principais pontos considerados pelos colaboradores que avaliam a possibilidade de encontrar outro emprego (28,9%). 

Nesse sentido, a relação dos empregados com os gestores também pesa no momento da decisão e, ao que parece, a máxima "o funcionário não abandona uma empresa, mas, sim, o seu líder", é verdadeira. A satisfação com a liderança foi mais um dos pontos mencionados pelos profissionais como decisivos para a permanência ou não em uma empresa (6%).

Por último - e não menos importante -, a qualidade de vida no trabalho também tem sido considerada como fator primordial para os profissionais decidirem se querem ou não permanecer no emprego (5,8%), em todos os níveis de renda.

 

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Flávia Marques

Escrito por Flávia MarquesRepórter do Portal Exponencial, jornalista e curiosa. Gosta de observar, absorver e, diariamente, dividir o que aprende escrevendo.

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